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Glucoamilase para hidrólise de amido eficiente

Resolva sacarificações incompletas, baixo teor de açúcares fermentáveis e variação de lotes com glucoamilase de alta atividade para uso industrial.

Na produção industrial de bebidas, xaropes e biocombustíveis, a etapa final de conversão do amido costuma definir o rendimento final. Mesmo após a liquefação, dextrinas residuais podem limitar a liberação de açúcares fermentáveis, reduzir a eficiência e causar variação na qualidade. É aqui que a glucoamilase (EC 3.2.1.3) se torna essencial. Proveniente de Aspergillus niger ou Rhizopus oryzae, rompe ligações α‑1,4 e α‑1,6, transformando polissacarídeos e dextrinas em glicose sob condições controladas. Operando tipicamente em pH 3,5–5,5 e 55–65 °C, ela favorece máxima conversão com menor retrabalho. Para compradores e engenheiros, isso significa maior rendimento por tonelada de matéria-prima, previsibilidade na sacarificação e consistência no downstream. Dosagens comuns variam entre 0,2–1,0 kg/t de amido seco em xaroparias e 0,3–1,5 kg/t para fermentações, ajustadas após testes in‑plant. Além de acelerar a conversão, a glucoamilase reduz viscosidade, melhora filtração e minimiza subprodutos, tornando-a um insumo indispensável na fabricação de cervejas claras, destilados, xaropes de glicose para alimentos e fármacos, e bioetanol.

Produção de cerveja leve

Conversão de dextrinas residuais em glicose fermentável, permitindo estilos com menor teor de carboidratos e perfil mais seco. Geralmente aplicada após a mosturação ou na sacarificação secundária, mantendo pH 4,0–5,5 e cerca de 55–60 °C, com dosagem ajustada ao mosto e à atenuação desejada.

Destilados e bebidas espirituosas

Completa a sacarificação do amido de grãos após liquefação, aumentando a glicose disponível para leveduras e o rendimento alcoólico. Comum em whisky, vodka e cachaça, operando em pH 3,5–5,0 e 55–65 °C, com dosagens de 0,3–1,5 kg/t conforme a qualidade do grão e objetivos de conversão.

Produção de xarope de glicose

Converte amido liquefeito em xarope de glicose de alta pureza, essencial para alimentos e usos farmacêuticos. Aplicada após a liquefação em sistemas contínuos ou em batelada, geralmente sob pH 4,0–5,5 e 55–60 °C, com dose definida pelo DE alvo, tempo de residência e origem do amido.

Bioetanol e fermentação de amido

Maximiza a liberação de açúcares fermentáveis por tonelada de insumo, protegendo a rentabilidade da planta. Com pH 4,0–5,0 e 58–65 °C, essa aplicação aumenta o rendimento de etanol e reduz sólidos não convertidos, com uso típico de 0,3–1,5 kg/t de amido seco.

Parameter Value
Activity range 100,000 – 200,000 U/g
Optimal pH 3.5 – 5.5
Optimal temperature 55°C – 65°C
Appearance Dark brown liquid or powder
Shelf life 12 months (sealed, cool, dry)

Perguntas Frequentes

Para que serve a glucoamilase na indústria?

A glucoamilase converte amido liquefeito e dextrinas em glicose, sendo crucial na sacarificação. Na prática, aumenta o teor de açúcares fermentáveis em cervejarias e destilarias, controla o DE em xaropes e completa a conversão antes da fermentação em plantas de bioetanol. A especificação de atividade, estabilidade e eficiência de dosagem impacta diretamente no rendimento e consistência final.

Como definir a dosagem ideal?

A dosagem depende da matéria-prima, eficiência da liquefação, nível de glicose desejado e tempo de reação. Como ponto de partida, xaroparias testam 0,2–1,0 kg/t de amido seco, enquanto fermentações usam 0,3–1,5 kg/t. É recomendável validar em testes piloto nas condições reais de pH, temperatura e sólidos da sua linha. Se houver falhas na liquefação, aumentar a dose pode não resolver o problema-raiz.

Quais as condições operacionais ideais?

O desempenho máximo ocorre em pH 3,5–5,5 e 55–65 °C. Temperaturas mais baixas ajudam a prolongar a atividade em processos longos, enquanto mais altas reduzem o tempo de conversão, desde que haja compatibilidade com o substrato. Controle de pH e boa mistura são fundamentais, especialmente em mostos de alta carga de sólidos.

Este produto é adequado para cervejarias e destilarias?

Sim. Em cervejarias, auxilia na produção de estilos mais secos e com maior atenuação, convertendo dextrinas em glicose fermentável. Em destilarias, garante sacarificação completa, aumentando o rendimento alcoólico e reduzindo amido residual. A seleção deve considerar atividade, estabilidade, confiabilidade de fornecimento e compatibilidade com a faixa de operação da planta.

O que verificar antes de aprovar a compra?

É importante conferir a faixa de atividade (100.000–200.000 U/g), tipo de formulação, vida útil, embalagem e certificações. Disponível em tambores de 25 kg ou contêineres IBC de 1000 L (líquido), com shelf life de 12 meses se armazenado fechado, em local fresco e seco. Certificações como ISO 9001, HALAL, KOSHER e Food Grade favorecem a aprovação em cadeias reguladas.

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